
A fábrica da sua marca de tintajá existe. Fica em Itatiba.
Você escolhe o produto. A Selacor formula, fabrica e envasa: balde, lata e etiqueta com a sua marca, prontos pra prateleira, com laudo técnico de fábrica. Você entra com a marca e o pedido mínimo. Experiência de 32 anos no ramo.
Conversa direta com a fábrica. Sem formulário, sem intermediário.
Todo mundo quer a própria marca. Ninguém quer o peso da própria fábrica.
Quem vende tinta dos outros constrói a marca dos outros. Cada balde que sai da sua loja com rótulo alheio é propaganda paga pro seu fornecedor: o cliente volta pedindo a marca, não a loja.
Por isso todo dono de revenda, depósito e construtora já pensou nisso: tinta com o meu nome, na minha prateleira, com o meu preço.
E por isso quase ninguém fez: entre o sonho e a prateleira existe uma parede chamada indústria química. Licença ambiental, químico responsável, galpão, maquinário, matéria-prima. Não é abrir loja. É abrir fábrica.
A gente foi atrás dos números reais dessa parede. Estão logo abaixo, item por item.
Abrir a sua fábrica de tinta custa isso aqui.
Nesse mercado, a resposta padrão pra qualquer pergunta de preço é entre em contato. Aqui a conta está na página, item por item.
Valores médios pesquisados em agosto de 2026, interior de SP. Estimativas de mercado, não orçamento.
Sua fábrica de tinta
Pra abrir
Todo mês, antes de vender 1 balde
E o relógio
As três licenças da CETESB levam, somadas, por volta de 2 anos: LP de 6 meses a 1 ano, LI de 6 meses a 2 anos, LO de 3 meses a 1 ano. Indústria química pode passar disso. Enquanto espera, você já paga galpão e químico: cerca de R$ 17.000 por mês, com a fábrica parada.
Sem contar energia, água, seguro, contador e IPTU. Consultoria ambiental e taxas municipais variam por cidade, e ninguém publica preço.
Sua marca na Selacor
- Maquinário: o nosso
- Licenças CETESB, AVCB, CRQ: as nossas, já emitidas
- Químico responsável: o nosso, no laudo do seu produto
- Galpão e operadores: por nossa conta
- Espera de licença: nenhuma, a fábrica já roda
R$ 0
de fábrica pra você montar. Você entra com a marca e com o pedido mínimo: 1 dia de produção rodando só pra sua marca.
W=5,0. O teto da escala.
A CETESB classifica "fabricação de tintas" com fator de complexidade W=5,0, o máximo que existe na tabela de licenciamento. É a mesma prateleira das indústrias químicas mais pesadas do estado. Dá pra conferir no site oficial da CETESB. Não é burocracia chata: é o tamanho real da parede.
Fontes: pesquisa de mercado agosto/2026 (Sebrae, CETESB, anúncios ativos na região de Itatiba). Valores médios, identificados como estimativa.
A nossa fábrica vira a sua fábrica. Em 4 passos.
Você define o produto.
Uma conversa no WhatsApp: qual linha, qual acabamento, quais cores, qual embalagem. Pode partir do catálogo que a fábrica já roda ou de uma necessidade específica sua.
A gente formula, você aprova.
O formulador com 32 anos de tinta nas costas prepara o produto e você aprova antes de qualquer lote. Não aprovou a amostra, não fabrica. Simples assim. A fórmula aprovada fica documentada: a reposição sai sempre igual.
Sua marca entra na embalagem.
Você compra a embalagem direto do fornecedor, já com o seu rótulo, e manda pra fábrica envasar. Sai da linha pronto pra prateleira, do jeito que o seu cliente vai ver.
A fábrica roda, você recebe.
Produção, envase e laudo técnico de fábrica no nome do seu produto. Você vende com documento, não com promessa.
O passo 1 começa na hora em que você mandar a primeira mensagem.
O que chega na sua mão
O produto que você escolher. Das linhas que a fábrica já roda ou formulado com você, sempre com a fórmula aprovada por escrito.
Embalagem com a sua marca. Você compra direto do fornecedor, já com o seu rótulo, e manda pra fábrica envasar. O cliente vê a sua marca, não a nossa.
Laudo técnico de fábrica. Documentação de desempenho pra você vender com respaldo e responder qualquer balcão.
Pedido mínimo de fábrica. Um dia inteiro de produção rodando só pra sua marca. O volume exato do seu caso sai por escrito no orçamento.
Reposição garantida pela fórmula documentada. O segundo lote sai igual ao primeiro. Marca própria não pode variar de cor na parede do seu cliente.


A linha que roda com o nosso rótulo é a mesma que vai rodar com o seu.
O tanque não pergunta de quem é o rótulo. Fórmula, controle e laudo são os mesmos em qualquer balde que sai daqui. A estrutura de envase roda todo dia: no seu pedido, o que muda é o rótulo que entra na máquina.
A fórmula que vai rodar com a sua marca tem dono: um químico com mais de 30 anos de fábrica de tinta. Nome e rosto ficam onde ficam as fórmulas: trancados. Quem vai guardar o segredo da sua linha não começa expondo a própria equipe. O que sai daqui é o que te protege: laudo de fábrica por escrito, o mesmo do balde que roda com o nosso rótulo.
O nome na lata é marketing. O que fica na parede é a fórmula. Na marca própria Selacor, o nome é seu. A experiência de 32 anos vai junto.
Marca própria é pra quem vende. Não é pra quem quer testar.
É pra você se:
- Tem revenda, depósito ou loja de tintas com giro e quer parar de construir a marca do fornecedor
- Tem construtora e compra tinta recorrente pro próprio canteiro
- Tem canal de venda rodando e quer produto com o seu nome nele
- Topa pedido mínimo de fábrica pra ter preço e marca de fábrica
Ainda não é pra você se:
- Quer meia dúzia de baldes pra ver se dá certo: abaixo do mínimo de fábrica não fecha a conta de ninguém, nem a sua
- Não tem CNPJ nem plano de ter: marca própria é operação entre empresas
- Procura só o balde mais barato do mercado, sem se importar com o que tem dentro dele
Se você se viu na lista laranja, a conversa é curta e objetiva. Chama.
Atendimento da própria fábrica, em horário comercial.
O que todo mundo pergunta antes de fechar
Qual é o pedido mínimo?
Um dia de produção da fábrica rodando só pra sua marca. A máquina para o que está fazendo e o dia é seu. O volume muda por produto, massa, tinta e fundo rendem diferente, e o número exato do seu caso sai por escrito no primeiro retorno do WhatsApp.
E a embalagem, quem faz?
Você compra a embalagem direto do fornecedor, já com o seu rótulo, e manda pra fábrica envasar. Por quê? Se ela passasse pela nossa nota, o imposto encareceria o balde sem ninguém ganhar nada. Comprando direto, o mesmo balde chega mais barato na sua mão.
A fórmula é minha ou de vocês?
Os dois caminhos existem. Você pode envasar com a sua marca uma linha que a fábrica já roda, ou pedir formulação ajustada pra sua necessidade. Nos dois casos, a fórmula aprovada fica documentada e a reposição sai igual.
Qual é o prazo?
Contrato fechado e as suas embalagens na fábrica? 4 dias pra fabricar, envasar e deixar pronto pra entrega. Não aprovou a amostra, não fabrica. Simples assim. A parte lenta desse mercado, uns 2 anos de licença pra abrir fábrica, você pula: a nossa já está na parede.
Preciso de CNPJ?
Sim. Marca própria é fornecimento entre empresas, com nota fiscal e laudo vinculados à sua empresa. Se o CNPJ ainda está nos planos, resolve isso primeiro: perto do resto, é a parte rápida.
Quem responde tecnicamente pelo produto?
O químico responsável da Selacor, registrado no CRQ, responde pela fabricação, e o laudo técnico sai da fábrica. Você vende com documento na mão.
Posso escolher cores e linhas?
Pode. Linha, acabamento, cores e embalagem se definem na conversa de orçamento. O catálogo da fábrica é o ponto de partida, não o limite.
Cada mês vendendo a marca dos outros é um mês construindo a marca dos outros.
A fábrica já existe. A licença já está na parede. O químico já responde. O maquinário já roda. Da lista inteira daquele recibo, só falta uma coisa, e ela é sua: a marca.
Manda uma mensagem com o produto que você tem em mente. A resposta vem da fábrica, com pedido mínimo e condições por escrito.
O orçamento sai por escrito e vale por 10 dias. Não é pressa, é matéria-prima: preço de resina e pigmento mexe, e a gente só assina número que consegue segurar.
Atendimento da própria fábrica, em horário comercial.




